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Fintechs atendem público desprezado pelos bancos

Ainda se discute se as startups financeiras vão acabar com os bancos ou se são apenas uma moda passageira, mas já há uma certeza: as fintechs provocaram uma reação dos grandes bancos

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou há cerca de uma ano a regulamentação da atividade das fintechs. A mudança? As empresas de tecnologia financeira passaram a manter contas de pagamentos para seus clientes e utilizar recursos próprios para concessão de empréstimos. Até então, fintechs só podiam fazer operações com dinheiro de instituições financeiras as quais eram vinculadas.

A medida apostava na expansão das fintechs como uma forma de aumentar a competição na oferta de crédito e, consequentemente, reduzir os juros cobrados.

No Brasil, os quatro maiores bancos detém 78% dos empréstimos concedidos. E o peso das fintechs no mercado de crédito ainda é baixo. De acordo com o Banco Central, elas têm apenas 0,3% de participação no mercado de crédito brasileiro.

Apesar da baixa parcela de empréstimos concedidos, as fintechs vêm ganhando a preferência dos brasileiros. Por serem digitais, têm pouquíssimos custos. Logo, as taxas cobradas dos clientes são bem mais baixas.

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